Não que a vida de todo fosse deplorável, havia as estrelas . E muito mais do que aquilo que transformava suas sólidas estruturas em pó no momento. Mas não pode evitar o pensamento de que todo esse sofrimento iria cessar, também, quando a vida cansasse de trazer o ar para seus pequeninos e insignificantes pulmões, quando emaranhadas numa corrente contínua, a luz e a escuridão morressem dentro dela...
domingo, 8 de fevereiro de 2015
A música, a letra, eu.
Quando ouço o ritmo da melodia meu corpo grita, abrindo-se como um livro surpreendido pelo vento que esvoaça suas folhas de repente, as palavras tremem, mas não despencam porque estão presas às folhas de papel, as folhas não soltam, porque permanecem fixas a capa, e esta, ao título que é meu nome. Entram em sintonia cada vértice da minha pele, cada curva do meu corpo sente o som da música que envolve meu coração.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário