Não que a vida de todo fosse deplorável, havia as estrelas . E muito mais do que aquilo que transformava suas sólidas estruturas em pó no momento. Mas não pode evitar o pensamento de que todo esse sofrimento iria cessar, também, quando a vida cansasse de trazer o ar para seus pequeninos e insignificantes pulmões, quando emaranhadas numa corrente contínua, a luz e a escuridão morressem dentro dela...
terça-feira, 21 de abril de 2015
Guarda-chuvas e o meu mínimo a dizer sobre eles.
Eu gosto de guarda-chuvas. Mas não em épocas chuvosas. Gosto porque posso esconder meus olhos de quem quiser. Me escondo do mundo com aquele chapéu esvoaçante que as vezes o vento faz questão de levar. Mas fecho meus dedos envolta da sua ponta que liga meu corpo junto ao seu. É (como) uma esperança que as vezes preciso me agarrar, semelhante a um balão que busca incessantemente seu lar no céu.
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